06 junho 2016

Janaína Paschoal discute política e igualdade na aplicação da lei no Brasil

Fonte: Fecomercio

1 Resposta

  1. AUGUSTUS, eba

    Bom dia, espero conseguir ser entendido!!!! Sou filho de mãe “praticamente” solteira, em razão da história dela (mesmo não alfabetizada) de não concordar com a cultura da sociedade de sua época- mulher casada não podia separar-se(repudiar) do homem, esse podia tudo. Assistindo sua entrevista e até em escrever-lhe, entendo contribuir para formação cidadã de meu filho, mas fico triste em ver que ele desde seus 7 anos e ainda hoje (aos 13), aspira um dia sair do País( fuga de cérebro??)!!
    Não sou e não tenho “partido”; sou o TODO/BRASIL e não “fui” a favor do “impedimento”, contudo não concordo com retorno do governo anterior e de nenhum dos que antes estiveram no poder. Quanto ao Impeachment, penso ter sido a mostra de até aonde chegou nosso tal “jeitinho”, contudo se chegamos a necessidade da aplicação de tal medicação, que seja administrada em amplo espectro – até o fim – “espero” e torço, que sua fala não seja APENAS o que QUEREM que ouçamos e queremos “ouvir”, mas QUE SEJA uma “O PRINCÍPIO”(exemplo) de ações a serem seguidas de praticas de construção de um País livre do”jeitinho(puxadinhos/meu pirão primeiro, etc e tal)” como sua principal caracteristica como NAÇÃO. Acredito termos alcançado a condição de NAÇÃO/adultos( ainda jovens,e “TORÇO” que sajam responsabilizados todos envolvidos nos homicídios (dolosos, culposos…) voluntários ou não, contra a sociedade. Deixo claro ainda que busco proporcionar um ensino a meu filho de desconfiar de tudo e de todos, mesmo que seja de não “confiar” nem em “mim” mesmo, “SÓ” em Deus, pois aqui em baixo estamos no mesmo nível de erros e acertos. Assistindo sua fala, posso observar e concordar que a lei(guilhotina – objeto meu!!) deve ser para todos, independente do poder(L/E/J), para que lei do menor, cumpramos o que está posto “a Lei/Magna”,surgida depois dos excessos em nossa infância (deixo dito, não sou contra o ECA), mas se errou, seja aplicado a devida correção, independente da idade. “Assistindo” sua fala, observo coerência, lucidez; lembrança em icones da história tais como, Ghandi, “Sócrates”, e ainda alguns trechos em A República – Platão!! Findo dizendo, “acredito” que nossa cultura presente, é praticada sem desejo de evolução, pois quanto menos exercicio de cidadania, melhor para quem possui as ferramentas e tem a responsabilidade de fazer com que nossa cultura evolua de pessoas com práticas éticas e moralmente reprováveis, para pessoas de cultura minimamente aceitáveis!! Por que digo essas coisas, por comungar com sua fala em alguns aspectos – se refletires no texto entenderás que procurei expor muitas idéias – conto com sua compreensão que por não ter acesso a sua pessoa, “tendo” produzir o que penso, ligado a “enumerações”; incorrendo -acredito- em discordâncias de muitas de suas idéias, mas não me leve a mal o não face to face, contribue para isso. Em sua entrevista “CITAS A QUESTÃO MEDO” e mostras compreensão a respeito, sendo assim, aproveito-me para escrever-lhe e assim( com todo respeito a pessoa, “mãe”, mulher, profissional,”etc” )”PODER” dizer que “desconfio” da fonte – pois és, ser humano – mas é um desconfiar que julgo não ser derespeitoso; pois o meu desconfiar é seguido de APREÇO! …que seu “sobrenome”, “seja sua caracteristica” e,em suas ações contribua com o nascimento de uma NAÇÃO uma criteriosa e exigente, que se “irrite” com o desrepeito as leis, a entenda que tudo acontece na hora certa nem antes nem depois. Faz sentido o que lhe escrevo?? (não sou rei, sou AUGUSTUS) ……….

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